
Meu churrasco de meio-dia só não foi melhor porque minha caixa de e-mails estava lotada. Tocar na sucessão da URI aflora tantas paixões. Só eu sei. Acontece que eu reivindico apenas o direito de ter uma posição, só isso. O fato de eu não querer A ou B pessoa não muda nada. Eu não tenho força alguma, não tenho votos, tenho apenas meu blog. Mas me deixem opinar, é só isso que eu quero. A única coisa que me resta nessa vida é o direito à opinião. Será que até isso querem me podar?
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A propósito, em nenhum momento e nunca na minha vida eu falei acerca da integridade e da honradez das professoras Aida e Rosâni. Reconheço, sim, a extensão de suas obras, sua dedicação ao magistério, suas lutas, suas paixões. Puxa, eu não sou cego, sei bem ver as coisas. São mulheres notáveis e que já escreveram e continuam escrevendo memoráveis obras em nossa comunidade.
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O que eu tenho dito e quero que me seja assegurado é o direito de divergir. A URI é uma universidade da comunidade, tanto que é comunitária, e por isso invoco o meu direito de ter opinião. Minha divergência com certas pessoas é no plano político, são coronelas da pior espécie, vão mandar e desmandar dentro da URI e seguir tratando a universidade como um feudo pessoal e familiar, usando-a para revanches contra os que ousam divergir, perseguindo quem pensa diferente e punindo quem não rezar por suas cartilhas. Isso é o que existe de mais antiacadêmico.
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Podem mandar mil aluninhos e aluninhas ofenderem-me por e-mails. Minha opinião sobre tudo, foi forjada ao longo dos anos e - inclusive - fora de Santiago. Autoritarismo, tô fora.
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E vou mais longe, eu até gosto de coronéis e coronelas (não sou eu quem vou impedir sua existência),mas desde que não atravessem comigo.