Meu dia de ontem foi intenso. Começou cedo. A Lizi está doentinha. Mando um SOS, via torpedo, para a amável Dra. Sônia, nossa incansável amiga e talentosa diretora do Hospital de Caridade de Santiago. Do consultório, fomos diretos para o Hospital. E todos meus planos de trabalho com o Jornal e com meus estudos foram águas abaixo.
Sei lá, acho que é mais preocupação dela, angústia, ansiedade, mas a verdade é que a doença é imprevisível.
Sônia me tranqüiliza, que pessoa mais amável, que doce de ser humano.
Transfiro meus afazeres para o dia de hoje.
Fico feliz com o novo colunista do Jornal, Dr. Eduardo Diefembach, de Jaguari. Gosto muito do Duda, como é carinhosamente conhecido entre os amigos. É um advogado sagaz, pessoa dócil e muito bem quista no vale do Jaguari. Com certeza, suas reflexões, a partir da edição de fevereiro, vão somar fantasticamente em nosso contexto.
O amigo Ruy protesta contra minhas poucas postagens. Reconheço que tenho estado um tanto ausente do blog. Mas as circunstâncias – às vezes – são maiores que nossa pura vontade objetiva.
Santiago, ademais, respira futebol. Estão todos envolvidos com o nosso torneio internacional de futebol juvenil. Até hoje nunca fui num jogo no Cruzeiro, de repente, esse ano, vou mudar minha rotina.
Sexta-feira, sessão extra no parlamento, com direito a jetons e tudo mais. Na pauta, a grana milionária para nossas ruas. Santiago vai ficar mais bonita, vai rolar mais dinheiro para a construção civil e – enfim – é mais grana na nossa economia. Mas tenho sérias dúvidas quanto a esses investimentos. Minha grande preocupação é o debate sobre a matriz produtiva de Santiago e sobre isso escrevi um longo artigo para a edição de janeiro do Jornal A Hora.
Espero que às pessoas, as quais mandei propostas por escrito, me respondam. Se eu não puder vender publicidade para Deus, vendo para os diabos. Ademais, creio que está na hora de eu adotar um caráter fortemente forfetário em minha atividade de escrita e jornalística. Afinal, em Santiago, afora a desmoralização da atividade jornalística, existe uma banalização da publicidade e desprestígio ao saber e ao conhecimento.
Pela nova lei do estágio, o estagiário em férias escolares, ao invés de 30 horas semanais, deve trabalhar 40 horas semanais em sua jornada.
Tenham todos um bom dia e volto logo mais.