quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Além

Finalmente, hoje terminei um longo artigo que preparei para a edição de janeiro do Jornal A Hora. A idéia é discutir os índices de produtividades municipais e a capacidade de intervenção do executivo municipal no eixo socioeconômico. Fiz uma pequena abordagem nas conclusões do FORUM PRÓ-DESENVOLVIMENTO MUNICIPAL, especialmente às decisões do dia 15 de abril de 2009, relativas aos tópicos Agroindústrias e geração de emprego e renda.

O debate que levanto pode não ser o melhor, mas é bom reconhecer, desde já, que pouquíssimo se avançou diante do proposto. Reconhece-se, ademais, que a gravidade da crise econômica afetou as finanças públicas e comprometeu o cumprimento de um calendário de atividades. Mas, por outro lado, urge que essa discussão sobre a importância de uma nova matriz econômica para Santiago seja retomada. Ademais, não pode a pauta de paisagismo urbano, reestilização de ruas, novos contornos urbanos e incentivo aos construtores da iniciativa privada se sobreporem a importante pauta que trata de uma mudança de paradigmas na economia municipal. Do contrário, ficará a potente atividade agropastoril respondendo por apenas 3% dos empregos gerados e o município ocupando o lugar 192 no ranking que mede os índices de desenvolvimentos municipais. Aliás, a posição que Santiago ocupa é preocupante.