Sinceramente, não entendo como podem convidar um padre para a via sacra. O poder público deve ser aberto a todas as manifestações religiosas e meter um padre no meio é sinônimo de exclusão de toda a comunidade evangélica de Santiago. Ou se faz um ato ecunêmico, ou não se privilegia apenas católicos.
Não foram esses os mesmos que se negaram a dar a benção ao casamento coletivo dos pobres?