Certas pessoas em nossa sociedade gostam de atacar o que não conhecem, posicionam-se em cima de interpretações de terceiros e não dominam os instrumentais para auferir as bobagens que vomitam com a mesma facilidade com que empilham palavras e fazem rimas.
Tenho sustentado que meros conceitos não dizem nada por si só na polêmica entre intervenção ou não na economia, é necessário compreender os estágios da evolução social, até a crise atual do neoliberalismo, a explosão árabe, a inssureição nos guetos de Paris, Londres e Madrid...
De um lado, as concepções socialistas, marxistas, sociais-democratas, comunistas e matizes afins que sempre sustentaram que o mercado não se regulava por si só e, historicamente, defenderam a intervenção estatal. Contrário a esses, os liberais e neoliberais, escudadas nos pressupostos teóricos de Friedmann, Popper, Madariaga, entre outros, combatiam ferozmente a intervenção estatal e sustentavam que o mercado se regulamentava por si próprio. Histeria pura!!!
Falar em neoliberalismo implica em conhecer o Censenso de Washington, de 1980, teses neoliberais de defesa do Estado mínimo e não intervenção no processo econômico. Para ver um bom exemplo de contradição, vejam a recente crise instalada no capitalismo mundial. Os teóricos de esquerda do mundo todo assistiram, atônitos, aos mesmos neoliberais que sempre defenderam a não-intervenção, justificarem – exatamente - a intervenção para salvar o sistema bancário mundial da bancarrota. O que pregavam, então, era uma burla. Queriam o Estado apenas para fazer o espólio com as políticas privatizantes e montagem de rede de infra-estrutura. Agora, querem o Estado para pagar as contas das safadezas financeiras e especulativas.
Alan Grespan, bem recentemente, fez a mea culpa, mas os aprendizes de feitiçaria neoliberal seguem a arenga, sem se darem conta do tamanho dos equívocos, afinal mal compreendem o que está em discussão. Lasier Martins, que vem na URI falar em desenvolvimento regional é um desses liberais, nunca escreveu um linha sobre desenvolvimento regional, mas foi guindado à condição de Mestre e palestrante. Vai vomitar conhecidas arengas.
Hoje, em função do substitutivo Aldo Rebelo, crassa uma confusão sobre o comunismo; o deputado sempre foi ligado ao estalinismo, é um traidor dos interesses populares. Sem compreenderem a ruptura dentro do movimento comunista, sem conhecerem o trotskismo e o estalinismo, nossas lideranças locais dão um show de estupidez ao fazerem tão superficialmente uma generalização tão ampla – desconhecendo as teses trotskystas e os desdobramentos da revolução socialista mundial pós-morte de Lênin, em 1923.
Primeiro, que toda a generalização é complicada do ponto-de- vista teórico. Segundo, as coisas não são como aparentam.
Eu tive uma professora em Jaguari, Dona Etti Giacomelli, no último ano de segundo grau, que era uma ferrenha anti-comunista. Gostava muito dela e perdia – às vezes – longas horas ouvindo-a e tentando-a fazer entender algumas de suas generalizações. Ela achava que Getúlio Vargas era comunista e não acreditava que ele havia prendido Prestes e mandado Olga Benário para uma prisão nazista, mesmo grávida de um brasileiro. Ela generalizava tudo, quem não estivesse no PDS, recém criado, ou não fosse oriundo da ARENA, era comunista.
Mas ela era uma pessoa com uma certa idade, vivia num mundo mal-informado e era herdeira de uma tradição maniqueísta, que só vê o bem em oposição ao mal e vice-versa. Dona Etti, naquele contexto, não tinha alcance para compreender as complexidades que cercam o pensamento humano. O senso comum, afinal, é assim, pensa maniqueisticamente, e as lições dos pastores que invadiram as redes de TVs pregando uma luta encarniçada entre o bem e o mal fazem escola.
Com a Dialética, desde que consegui entender esse instrumental na prática, logo percebi que tudo era muito mais complexo do que eu imaginava na minha tosca visão provinciana. Existem sistemas dentro dos sistemas, micro-sistemas e dissidências desses. Descobri, também, que ninguém têm o monopólio da verdade, descobri mais, sequer existe uma verdade universal. Existem verdades relativas e regionais. Cada povo constrói um núcleo de verdade a partir de um conjunto de ritos, lendas, mitos, costumes e tradições. O núcleo de verdade do cristianismo tem variâncias enormes e excludentes entre si, afinal o que explica o relacionamento confuso entre irlandeses e ingleses, católicos e anglicanos, se ambos são cristãos e deístas? Cristão por cristão, evangélicos ortodoxos, pentecostais, neo-pentecostais, católicos, umbandistas, espíritas, em suma, todos se dizem tal. Agora, imaginem o perigo de generalizar todos e tudo acusando-os simplesmente de: cristãos queimadores de mulheres.
Os islâmicos e judeus enfrentam o mesmo problema. Outro dia, conversava longamente com um descendente de árabe e tentava mostrar a ele as diferenças que existem dentro do Estado de Israel entre o Partido Trabalhista de Israel, de esquerda, e o Likud, de Sharon, ultra-direita. Logo, é um perigo generalizar e achar que todos que estão dentro de Israel conjugam das mesmas idéias acerca da ocupação da faixa de Gaza e da Cisjordânia, acerca do relacionamento com os árabes, acerca das relações de Israel com os EEUU. Marx, que era judeu, por exemplo, abominava o judaísmo.
Mesmo entre os povos árabes existe uma divisão profunda. Muitos segmentos árabes vivem às mil maravilhas com os EEUU e têm relações pessoais e comerciais profundas. Logo, é um erro crasso generalizar os árabes e achar que todos são inimigos da América e dos EEUU.
E a regra vale para quase tudo que se proponha ser fechado, dogmático, verdadeiro e único. Mesmo no julgamento de uma vida, encontramos nos seres humanos complexidades que variam de um extremo ao outro e existem atos e gestos mais ou menos aceitáveis ou não. A rigor, não existem pessoas más somente más e nem pessoas boas somente boas. Bondade e maldade convivem num mesmo corpo e se entrelaçam numa estranhaa simbiose que resulta nisso que conhecemos como: ser humano. A bondade e a maldade são juízos valorativos, a rigor, extremamente perigosos, posto que um ser humano pode perfeitamente ser bom e mau numa mesma dimensão e tanto a bondade quanto a maldade habitam a mesma alma. Mas entender isso, requer muito mais que mistificações, exige-se compreensão, um lúcido discernimento não mecânico e profundamente dialético.
O mesmo juízo vale para as pessoas que integram o PP, o PSDB, o PMDB, o PT, o PTB e assim por diante.
Então, voltando a Trostsky. Primeiro, ele representou a primeira grande dissidência dentro do Partido Bolchevique que houvera empreendido o processo revolucionário e derrubado à monarquia do Czar Nicolau II. Lênin, ascendeu ao poder em 1917 e já em 1922, castigado pelo 2° infarto, teve que deixar o poder, vindo a falecer no ano seguinte. Trostsky já vinha denunciando, sistematicamente, a emergência de um estamento burocrático dentro do birot e sustentando que os rumos tomados, desde a expropriação do trigo dos produtores primários até o surgimento de uma elite na esteira da burocracia partidária, não tinham nada a ver com os princípios do socialismo de Marx e Engels. Trostsky e seus poucos aliados tinham discernimento para entender que o que estava acontecendo na Rússia nem de longe tinha a ver com o socialismo.
Na disputa de 1922, Trostsky, apesar de notável austúcia, foi derrotado pelo grupo de Stálin, que defendia a burocracia, os privilégios de um estamento social e as decisões as quais se apunha. Com a derrota, logo todos os princípios de uma revolução que houvera sido feita para libertar a classe operária do julgo da dominação estavam sendo enterrados.
Não demorou muito e o estalinismo impôs a política de execuções de velhos companheiros, exílios na Sibéria, sendo que o próprio Trotsky é para lá mandado. Era a derrocada de um sonho.
Contudo, Trostsky sempre foi uma voz altiva, não baixou a guarda, seguiu escrevendo, teorizando e foi um ícone na divisão do movimento socialista em nível mundial.
Não vou aqui, nessa simples postagem, fazer relatos históricos e nem obedecer uma didática cronológica, posto que o objetivo central da reflexão não é esse. Em suma, Trotsky acabou exilado no México e, em 1940, foi cruelmente assassinado a mando do próprio Stálin e do birot do partido comunista soviético em conluio com o comitê mexicano.
Quando foi assassinado Trostky já tinha publicado uma extensa obra, onde incluem-se livros que ainda hoje são lidos e apreciados em todo o mundo, entre eles, Revolução Traída, Revolução Permanente, História da Revolução Russa, entre outros, e dividido o marxismo mundial ao meio. De um lado, os estalinistas ficavam todos dentro do Partido Comunistas e de outro, os trotskystas. Isso explica o que poucos compreendem, por exemplo, aqui mesmo no Brasil. Intelectuais de grande renome, como Florestan Fernandes – pai da sociologia no Brasil - , Francisco Wefort, Mario Pedrosa, Lélia Abramo, Perseu Abramo, Eduardo Suplicy, Bete Mendes, Marilena Chauí, nunca quiseram aproximação com os PC locais (PCB e PC do B) justamente porque eram trotskystas e, em nível mundial, se alinhavam com as idéias de Leon Trotsky.
Os comunistas, sabidamente anti-trotskistas, foram radicalmente contra a fundação do PT, em 1979, sendo que para dentro do Partido dos Trabalhadores convergiram todos os segmentos trotskystas que havia no Brasil. Pode-se dizer, sem medo de errar, que os estalinistas, antes da legalização dos PCs, ficaram todos dentro do PMDB e os trotskystas ingressaram em massa dentro do PT e alguns optaram pelo PDT, foi o caso de Dilma Roussef e a Carlos Araújo, aqui no Rio Grande do Sul.
O único grupo de origem estalinista dentro do PT foi o PRC, liderado por Tarso Genro, Adelmo Genro, Marco Rolim, Estilaque Xavier, Aldo Fornazieri, José Genuíno, Jairo Jorge (prefeito de Canoas) que saíram de uma dissidência do PC do B, de origem diversa do trotskysmo. Em outras palavras: eram estalinistas.
Não cabe aqui contar sobre as diferentes concepções que pautaram o trotskysmo e suas diferentes visões de atuar, sendo que o pessoal da ORMDS, grupo ligado a Raul Pont, Flávio Koutizii, Miguel Rosseto, Ronald Zulke, Pepe Vargas, Tarciso Zinermann, Daniel Bordinhon, Elvino Bom Gass, entre outros, sempre defenderam que os comunistas – a despeito da orientação estalinista de seus partidos – deveriam ser chamados para dentro do PT, isso nos idos de 1982 e anos seguintes. Contra essa decisão da DS opunham os trotskystas mais ortodoxos, que não queriam saber os PCs dentro do PT, entre eles, o CORQUI, comitê de reorganização da 4ª internacional.
Os trotskystas sempre tiveram bem clara a leitura sobre a Revolução Russa. Não sem razão, Antônio Gramsci, mesmo na prisão de Mussoline, afirmou que ela houvera sido feita contra o Capital de Marx e que os cânones do Materialismo Histórico estavam enferrujados. Foi uma revolução que não levou em conta o nível de amadurecimento das forças produtivas e nem o nível de desenvolvimento do capitalismo. É sempre bom essa cabeças ocas, que não sabem o que dizem, ter bem claro que na Rússia do Czar Nicolau II, ainda vivia-se no arado de pau, tal era o atraso científico e tecnológico. Imaginem o nível de consciência e desenvolvimento das forças produtivas e dos trabalhadores.
As teses marxistas foram postas para sociedade. Mas Marx, em nenhum momento, previu quando elas deveriam ser postas em prática, pelo contrario, ele sustentou que elas deveriam levar em conta o desenvolvimento do próprio capitalismo, a organização dos trabalhadores, a singularidade de cada bloco de forças, o nível de consciência, as contradições de classes, entre outros fatores determinantes na escala da evolução social, eis que Marx estudou e analisou muito bem as fases de transição pelas quais passou a humanidade, sendo que muito se deteve em cada uma delas, em especial da transição feudal.
Quando houve a derrocada do leste europeu, a crise soviética após as políticas de Glasnost e Perestroyka de Gorbachev, aconteceu exatamente o que o movimento trostskysta vinha sustentando havia décadas. Não havia um trotskysta no mundo que não soubesse que a farsa do império soviético não se manteria e sua queda – como Trotsky previu - era uma questão de tempo.
Só que os espertinhos do neoliberalismo, ávidos por espaços comerciais, logo anunciaram a morte do socialismo. Francis Fukuyama chegou a anunciar o fim da história, pois com a morte do socialismo haveria o triunfo final, definitivo e messiânico do capitalismo e do liberalismo econômico. Só que o que eles não disseram era que estava ruindo apenas um molde de um suposto socialismo, afinal ninguém pode impedir ninguém de se apropriar de uma obra, e foi o que os estalinistas fizeram com a obra de Marx, assim como os nazistas fizeram com a de Nietzsche.
As sociedades do mundo inteiro estão em permanente busca de aperfeiçoamento, todos lutam por uma sociedade decente, organizada, disciplinada e ambientalmente sadia. O conflito entre os interesses dos oprimidos e dos opressores é permanente e em quase todos os países do mundo as classes sociais estão em choque. É a luta de classes que move o motor da história. O ser humano quer melhores condições de vida para si e para os seus. Por isso, ele luta e ele busca.
Cada povo, ao seu modo, seja em ISRAEL, no Japão, na China, nos países escandinavos, na Europa, nas Américas, as sociedades estão evoluindo rapidamente. E é nessa evolução social que as idéias encontram espaços para o debate social. Como os ignorantes que sequer conhecem história propugnam que os socialistas gostam de conforto, das benesses capitalistas, apenas ratificam o que sempre soubemos deles, pois não sabem o que dizem. O que os marxistas querem é que todos tenham acesso a uma casa boa, a um bom cobertor num dia de frio, a um bom carro, a uma boa moto, que todas as crianças tenham dignidade na infância, na escola, na alimentação. Os marxistas querem que todos tenham acesso a uma saúde boa e de qualidade. Os marxistas não gostam de ver uma sociedade onde uns têm tudo, carros, casas, mansões, bons planos de saúde, roupas e alimentação decentes e outros nada. Os marxistas não gostam de ver uma sociedade dirigida por meia dúzia de espertinhos e a grande maioria da população na miséria. Os marxistas entendem que todas as sociedades estão em evolução e que a social-democracia é uma tendência de evolução do capitalismo selvagem para um outro estágio de avanço social. E assim será até o dia em que este estágio de avanço não mais responder as demandas sociais, eis que ele será superado, ultrapassado por um modelo mais avançado, mais justo e mais fraterno, que deve ser o socialismo.
As sociedades mais avançadas ainda, num futuro muito distante, após a superação do socialismo, avançarão em direção ao comunismo, que é um estágio ainda mais avançado de fraternidade entre os homens. O rótulo, pouco importa, o que importa são os mecanismos de inserção social e só quem não conhece nada de história é capaz de negar que todas as sociedades do mundo avançam no sentido de buscarem a igualdade de oportunidades para todos, pois é justamente nesse processo de igualdade que as pessoas poderão, enfim, diferenciarem-se.
Mas os marxistas não são parteiras da história; a evolução histórica será lenta e gradual. O estalinismo foi um desvio do marxismo e quem não sabe nada disso – fazendo coro com o eco de caratujas vozes que defendem a lógica do capital sobre a dignidade do humanismo e da fraternidade – apenas repete o que lê de terceiros e também nunca entenderá Aldo Rebelo, um deputado que se diz comunista, de mãos com as poderosas famílias do agronegócio nacional. As sociedades em seus conflitos e suas contradições permanentes seguirão buscando fórmulas para chegarem à igualdade, a fraternidade e ao humanismo. A igualdade não é esse conto que os imbecis inventaram para perpetuar a dominação de classe e que os poetas empilhadores de palavras saem repetir. A igualdade é um ponto de partida, colocando aos seres humanos as mesmas condições de todos desenvolverem suas potencialidades, pois essas, por si só serão diferenciadas entre si. O abismo sombrio é justamente onde vivemos, pois assistimos, diariamente, crianças morrendo de fome, de doenças, na miséria e na mendicância. E quem duvidar disso, que transite pelas vilas pobres de Santiago.
Nossa Academia tem deixado muito a desejar com a ausência de reflexões. Nossa produção teórica, mais poesias, gera uma arte engajada a serviço dos ricos, os mesmos que fazem simplificações e generalizações grosseiras e estúpidas. Pobre sociedade. Nossos cursos de letras, pedagogia, e afins, falam muito no construtivismo de Paulo Freire, em Rubem Alves, em Emília Ferreira, Maurício Tragtenberg e outros tantos que são e foram teóricos da educação engajados na mudança social e avessos a exclusão; só que nossos professores deveriam repensar sua prática. Aliás, Paulo Freire, o maior pedagogo do mundo, era mesmo o quê? ... Petista, trotskysta e marxista. Seus livros são editados aos milhões em todo o mundo e depois vem um santiaguense e diz que o sonho marxista morreu. Existe sonho mais presente, mais real e mais vivo que a obra marxista de Paulo Freire? Se o marxismo morreu, por que é mesmo que o maior teórico do Direito no Brasil atual, Roberto Lyra Filho, autor da obra KARL, MEU AMIGO, DIÁLOGO COM MARX SOBRE DIREITO, fundador e patrono da Nova Escola Jurídica, papa do Direito Alternativo, criador da Teoria Dialética do Direito, é tão somente: MARXISTA?
Mas e qual é o livro sobre que superou "Ideologia", que vendeu mais de 12 milhões de exemplares no Brasil? Respondo: O que é Ideologia, de Marilena Chauí, professora aposentada da USP e a maior filósofa brasileira. E o que Marilena Chauí é mesmo: petista, trotskysta e marxista.
Mas o pai da sociologia no Brasil, Florestan Fernandes, é o que mesmo? Petista, marxista e trotskysta.
E se puxasse pelas grandes expressões da literatura nacional e regional, de Jorge Amado a Érico Veríssimo, se puxasse pelos grandes nomes da pintura, Portinari, por exemplo, da Arquitetura, Niemeyer, da psicanálise, Pelegrino, da música, Chico Buarque, da escultura, Vasco Prado, do jornalismo, Mino Carta, da antropologia, Darcy Ribeiro, qual deles não é marxista? E ainda tem gente que acha que o sonho marxista morreu. O sonho marxista não morrerá nunca, pois enquanto houverem injustiças, indignidades, misérias e desigualdades entre as pessoas, sempre existirão vozes propondo justiça, dignidade, igualdade e fraternidade entre os homens.
O problema de tudo isso é que a elite local é burra, não conhece nada além do conhecimento empastelado e mais: afora ser burra, a elite local odeia e persegue quem estuda e quem pensa diferente. O maior vilipêndio dos últimos dias foi o ataque aos meus anunciantes, como que tentando me inviabilizar economicamente. Eles ainda não entenderam nada. Contra a teoria, eles nunca vão poder, coitados, são umas criancinhas, ainda usam fraldas.
E não me digam que não falei de flores