Domingo à tarde, em meio ao mormaço, recebo uma ligação do amigo Diniz Cogo convidando-nos para uma troca de idéias e banho de piscina, no União, com o amigo Luciano. Projeções, análises, nossa cidade e política na pauta. Foram horas agradáveis de reflexões. Luciano é um estrategista, pensa a política, gosta de política. Amigo e confidente de Diniz, que deverá ser o próximo candidato a prefeito de Santiago pelo PMDB. Formam uma bela dupla, são jovens e apaixonados por política. Ouço-os, e aprendo com ambos.
Ontem, cedo o Ruy me liga convidando-nos para um churrasco no Batista. Só que não era dia de churrasco. Mas nem por isso deixamos de refletir longamente sobre Santiago e o Estado. Trocamos idéias sobre a candidatura Chicão, governo do Estado ... Ruy sente, nos bastidores de POA, o afunilamento de uma tese tucana que não vazou para a imprensa: Yeda pode concorrer à deputada federal, mas não pode assumir agora. Aguardam-se desdobramentos.
Almoçar com o Ruy é sempre muito bom, primeiro, as conversas são colocadas em dia. Segundo, sempre surgem teses novas e especulações a mil. Por fim, Ruy deixou a Eliziane perplexa ao dizer que nas últimas décadas só votou no PT ou no PSOL e que nunca votou na direita. E Lizi ainda não se deu por vencida: “eu não acredito nisso”.
E Ruy: “mas é, nunca mesmo”.
Penso que a magistratura gaúcha é fortemente de esquerda, haja visto o resultado da eleição na AJURIS e Ruy Gessinger, um dos mais notórios e completos intelectuais gaúchos, deve muito bem refletir esse sentimento.
O jornal A Hora ta pronto. E ainda corro atrás de patrocinadores. É impressionante, mas como está vulgarizada a atividade jornalística. Paciência. Em tempos de paz, somos pouco reconhecidos. Por isso, sou ávido pela guerra. Ando louco para iniciar uma. Só não acho adversários. Que tédio.
O amigo Ruderson Mesquita, em férias no Rio Grande do Norte, liga-me para saber das novidades que não aparecem nos blogs. É claro, mesmo no nordestão, não desliga de Santiago.
Por fim, novidade mesmo, acabou vindo da amiga Nadine Dubal, via um telefonema.