sexta-feira, 2 de abril de 2010

Palavras de Marco Rolin sobre a acriticidade da imprensa gaúcha que comprou a versão furada da polícia civil gaúcha

Talvez alguns colegas jornalistas possam tirar lições do “Caso Eliseu”. A principal: manter postura crítica frente às polícias. A pressa da Polícia Civil e a inclinação, desde o início, para descartar a possibilidade da execução revelava que ali havia “encrenca”. Em entrevista em 02/03, sustentei que o assassinato de Eliseu Santos não tinha as características de latrocínio. Ministério Público concluiu, diversamente da Polícia Civil, que o ex-secretário Eliseu Santos foi morto “por encomenda”.

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