sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Esclarecendo

Cheguei há instantes da aula e defrontei-me com uma situação, no mínimo, distorcida. E-mails, recados, mensagens no celular...

Visando reestabelecer a Verdade dos fatos, volto a manifestar-me acerca desse problema das vacinas.

Primeiro, sempre encontrei no pessoal da Saúde local pessoas corteses, educadas e prestativas. Ademais, sempre mantive contato telefônico com a Senhora Gisele Ribeiro e ela sempre foi muito prestativa, gentil e finíssima no trato com a cidadania e com as relações inter-pessoais.

Dias atrás, liguei para ela e queixei-me que estávamos enfrentando problemas de vacinas para as crianças. A Nina, por exemplo, sequer cumpriu e seguiu a tabela da carteirinha de vacinas dela devido a ausência das vacinas em Santiago. Vacina que ela deveria ter feito aos dois meses até hoje não foram feitas. E ela tem 3 meses 13 dias.

Esse problema é angustiante e aflitivo e são várias famílias na mesma situação. Sei - inclusive - que a amiga LIANA CANTERLE, filha do Presidente do PP, Ademar Canterle, enfrentou o mesmo problema que nós enfrentamos. Só aqui em roda, conheço 5 crianças na mesma situação e nem falo questão da cidade.

Na primeira vez que liguei para a Senhora Gisele Ribeiro, afora sua tradicional cortesia, pediu-me que ligasse em busca de informações após o dia 15 desse mês. Na tarde dessa sexta-feira voltei a ligar para a nossa amiga.

Fui, então, informado que nossa cidade continuava sem vacinas.

Inconformado, porém, em nenhum momento desrespeitando nossos amigos e amigas locais, resolvi fazer a postagem onde citei alguns nomes, entre os quais, MÔNICA LEAL.

Surpreendentemente, em menos de 30 minutos, recebi um e-mail da ex-secretária dando-me ciência que buscaria informações junto ao governo do Estado e que posteriormente me daria um retorno. Por volta das 20 horas, MÔNICA LEAL ligou para o meu celular e relatou-me que manteve contato com a atual secretária de Saúde do Estado, Sra. Arita Gilda Hubner Bergmann e essa quis saber que vacinas faltavam em Santiago. Informei que eram vacinas que as crianças precisavam, pois não sabia exatamente quais vacinas faltavam. Momentos depois, MÔNICA LEAL manteve um novo contato telefônico e me assegurou que a secretária Arita havia lhe garantido que as vacinas estavam disponíveis, bastaria um pedido do Gestor Municipal e uma viatura do município que, até nesse sábado, as mesmas já poderiam ser apanhadas, bastaria ligarmos para a Médica do SESI Sra. Marilina, coordenadora do setor de vacinas (e Mônica passou-me o telefone da médica).

Espero que as pessoas saibam entender minha posição. Eu sou pai, sou um cidadão e um jornalista. Fiz o mínimo que eu deveria ter feito.

Nem vou entrar em fuxicos quanto as informações (que não conferem de jeito nenhum) que nos deram nessa sexta-feira, dizendo-nos que nem Santa Maria tinham vacinas.

Eu estive político, mas não sou político. Sou um jornalista, sou um cidadão e sou um pai. Agi, apenas, como pai.

Por fim, nunca pensei que tivesse tantos amigos e tanta solidariedade. Agradeço a todos: os que me ligaram, os que mandaram e-mails, enfim, todos os que se manifestaram e não foram indiferentes. Sinto-me realizado com meu papel e o blog cumpre importante função de interação e comunicação social, numa velocidade que chega a surpreender.