Prezado Jornalista:
Impressionado com a gravidade da situação relatada em seu blog, voltei a o acessar e dou com a missiva do dr. Promotor.
Não posso deixar de manifestar minha surpresa com os dizeres do ilustre representante do M.P.
Ora, transferir toda a carga burocrática para a vítima que, em último caso vem a ser a Nina, é algo no mínimo inusitado. Ou seja, você vai ter que correr atrás, ver isso, ver aquilo, para o dr. Promotor ajuizar o que de direito?
A notícia está dada, o alerta soou. Não há vacinas? Ou há? É o que basta para o defensor da Sociedade entrar em ação e requisitar, por sua conta, as informações. Não me parece correto impor ao cidadão hipossuficiente o ônus de ainda correr , comparecer, juntar documentos, quanto se tratam de direitos difusos.
Cordialmente, Ruy Gessinger