domingo, 26 de dezembro de 2010

TREVO DO BATISTA SEGUE PROVOCANDO ACIDENTES. E AS AUTORIDADES SEGUEM OMISSAS

Na tarde de sexta-feira fui até Maçambará levar a Lizi e a Nina. Na saída de Santiago, quando chego no Trevo do Batista, mais um acidente. Um celtinha de Ijuí, a serviço da Justiça Federal, entrou no toco de uma Scânia. Chovia torrencialmente, mesmo assim, paro o carro, pego a câmera digital e vou registrar os lances. Encontro o PC do EXPRESSO ILUSTRADO e conversamos sobre o trevo.


Que trevo bandido, só nossos políticos não vêem e nem estão aí. O trevo é aberto, não existem placas de sinalização, não existem redutores de velocidade, os dois lados dos canteiros estão plantados de flores e decorados, dificultando os ângulos de visão dos motoristas, existem caminhões saindo permanentemente do Batista e de um acesso secundário (fora o principal) do Monsenhor Assis, um caos. Os motoristas entram no trevo em alta velocidade, especialmente quem vem de Jaguari e vai para São Borja e quem vem de São Borja e vai para Jaguari. O perigo é constante, seja para veículos, seja para as pobres pessoas, em especial as crianças, que são obrigadas a cortarem o trevo a pé, pois não existe outro caminho em direção ao Centro e adjacências.

Não entendo, sinceramente, não entendo, como ninguém faz nada, afinal seria tão fácil inibir as altas velocidades, se não têm recursos (o que eu duvido) que botam uma sinaleira, um pardal, um redutor, qualquer coisa, desde que dêem alguma segurança. Aquilo ali é um perigo constante, permanente. Acidentes vão continuar acontecendo e o dia em que a morte deixar sua marca mais profundamente, talvez aí os bianchinis (pelo menos esses justificam o papel de vereadores...porque o resto...) da vida queiram reivindicar alguma coisa e tentem mudar esse absurdo.

Enquanto nada é feito, o caos continua e a tragédia anunciada vem sendo sistematicamente proclamada nesse blog. Nesse acidente de sexta-feira, por exemplo, o “ cavalinho” da scânia, foi parar em cima dos canteiros, se tivesse uma criança ali, já era.