sábado, 12 de junho de 2010

Agressão é pouco, foi uma violência com a alma da professora Michele

Credo, se o que fizeram com uma Professora, coordenadora do curso de Direito, impedindo-a de expressar suas idéias, tentando calar sua voz com base nos gritos coletivos, vaiando-a, se isso não é uma AGRESSÃO, sinceramente, devem ser revogadas e derrogadas todas as teorias psicanalíticas.

Mas vejamos o que diz o próprio texto do blog do jovem Rafael Nemitz:

Ocorreu que, na segunda-feira, em uma apresentação das chapas no auditório da URI, em determinado momento, alguns acadêmicos teriam vaiado a professora enquanto ela se pronunciava

Para fazer o devido nivelamento, afinal, precisamos simplificar as coisas, vejamos uma simples colagem da wikipédia.org sobre o que é agressão gratuita.

A agressão gratuita, também conhecida no Brasil popularmente como agressão grátis, se traduz na forma de constrangir ou ofender alguém sem nenhum motivo ou nenhuma causa. O termo legal para a agressão gratuita é o constrangimento ilegal.

A agressão gratuita ocorre quando um indivíduo constrange alguém que não havia feito nada com ele antes, seja por chingamento, por desentimidação, por provocação. A partir daí, diz-se que o outro possui um motivo para se defender (...) Este ato traduz-se legalmente como casus belli, aplicável também as nações.


http://pt.wikipedia.org/wiki/Agress%C3%A3o_gratuita

E nem estou falando em educação, pois se pressupõe que num espaço universitário, alunos devam respeitar os professores.

Será que alguém duvida da bárbara violência psicológica que essa ação causou na Professora Michele?

É claro que é um fantástico dano psicológico que também é um dano emocional. Talvez não tenha deixado marcas explícitas no corpo da professora Michele, uma pessoa sensível e educada, mas será que alguém mediu o que ela sentiu por dentro? Ou os agressores não sabem que a violência psicológica deixa marcas na alma?

Mas e por que agrediram a alma da Professora, por que a feriram, apenas por que ela diverge da "prof" Aida e não quer se sujeitar?

Por fim, vamos repor as coisas no seu devido lugar, caro Rafael. Mostre-me onde a Professora Michele diz que não houve agressão? Aguardem.